O protocolo do projeto-piloto
SAD+Saúde foi formalizado esta terça-feira, 12 de maio, em Lisboa, e visa
testar em Portugal um novo modelo de apoio domiciliário e médico a pessoas em
situação de dependência, deficiência ou incapacidade.
Segundo a instituição, está
integração representa “não apenas um reconhecimento institucional da qualidade
técnica e inovadora do projeto, mas também uma afirmação do Interior enquanto
território capaz de liderar soluções inovadoras em saúde, envelhecimento,
proximidade e intervenção social”, explica a Associação de Solidariedade Social
de São Pedro numa nota publicada.
Na cerimónia estiveram presentes
a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário
Palma Ramalho, a secretária de Estado da Segurança Social, Susana Filipa Lima,
o presidente do conselho diretivo do Instituto da Segurança Social, I.P., Pedro
Corte Real, o diretor do Centro Distrital da Segurança Social de Vila Real,
António Sousa, José Carlos Batalha, presidente da mesa da Assembleia Geral da
Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade bem como da direção da
Associação de Solidariedade Social de São Pedro, entre eles o presidente
Leonardo Batista.
Esta resposta social tem a
duração de um ano e entre os serviços previstos estão o fornecimento de
refeições, cuidados de higiene, apoio na toma de medicação, tratamento de
roupa, limpeza da habitação, acompanhamento a deslocações ao exterior e apoio
psicossocial, lê- se na portaria.
Além da Associação de
Solidariedade de S. Pedro, foram selecionadas a Santa Casa da Misericórdia de
Arganil, na Região Centro, a Fundação AFID Diferenças, em Lisboa e Vale do
Tejo, e a Santa Casa da Misericórdia de Portimão, no Algarve.
Sara Esteves
Fotos: Ministério do Trabalho,
Solidariedade e Segurança Social
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