Entre o Ribeiro de Ribelas, o
Centro Cultural de Chaves, o Forte de São Francisco, o Museu Nadir Afonso e as
margens do rio Tâmega até à ponte Romana, a comunidade educativa recolheu 35
sacos de 30 litros, com lixo, “num percurso cheio de energia, consciência
ambiental e espírito de comunidade”, revelou a escola.
Ao longo do percurso, “foram
encontrados diversos tipos de resíduos, com destaque para plásticos
descartáveis e beatas, evidenciando problemáticas ambientais atuais”, explicam.
“Estes resíduos, quando não
corretamente encaminhados, acabam frequentemente por atingir os rios e o mar,
degradando-se em microplásticos que entram na cadeia alimentar, podendo
regressar ao ser humano, além de prejudicarem a biodiversidade e a qualidade
dos ecossistemas”, referem.
Segundo a professora Lúcia Cunha,
a iniciativa “permitiu articular diferentes áreas como a Educação para a Saúde,
o Ambiente, a preservação dos rios e oceanos, a qualidade do ar e a proteção da
biodiversidade, promovendo uma abordagem integrada e consciente dos desafios
ambientais”, lê-se numa nota enviada.
Fotos: DR
Sociedade
