Integrada no programa das
comemorações do Dia Internacional dos Museus, a mostra revela “a forma como diferentes sociedades
compreenderam a passagem da vida para a eternidade constitui a temática
expositiva”, lê-se numa nota enviada pelo município.
Segundo o município, a exposição
reúne sepulturas de inumação, estelas funerárias, cupae, sarcófagos medievais e
diversos materiais associados a contextos funerários descobertos na região
flaviense.
Entre os principais destaques
encontra-se a reconstituição facial forense de um jovem sepultado nas ruínas
das termas romanas do Largo do Arrabalde, permitindo “dar rosto” a um indivíduo
que viveu há cerca de quinze séculos, explica o município.
Segundo a organização, o percurso
expositivo aborda “a evolução das práticas mortuárias entre a Antiguidade
Tardia e a Idade Média, marcada pela expansão do cristianismo e pela
transformação dos espaços urbanos, integrando também referências à memória da
guerra, aos enterramentos em espaços religiosos e à evolução dos cemitérios”, lê-se
ainda no mesmo documento.
A mostra, com entrada gratuita, estará
patente até 31 de dezembro no Museu da Região Flaviense em Chaves.
Sociedade
