O novo espaço pretende, segundo a
autarquia, responder às necessidades de pessoas de todas as idades e com
diferentes diagnósticos.
A sala foi concebida para
promover o autocontrolo, a autonomia, a descoberta e a exploração, reunindo
equipamentos e materiais sensoriais adaptados às necessidades de cada
utilizador, lê-se na mesma publicação a que o Canal Alto Tâmega teve acesso.
Para a presidente da Câmara de
Vila Pouca de Aguiar, Ana Rita Dias, este projeto “é diferenciador por ainda
não existir no concelho este tipo de resposta social e que vai ao encontro de
uma comunidade mais inclusiva”.
De acordo com o município, a nova valência pretende responder às dificuldades das pessoas no processamento de estímulos sensoriais, e contribuir para melhorar a capacidade de integração.
Na admissão dos utentes, a
autarquia dará prioridade a crianças e jovens a frequentar a rede escolar e
solidária do concelho, crianças acompanhadas pela Equipa Local de Intervenção,
utentes do CAO de Vila Pouca de Aguiar, idosos integrados em Instituições
Particulares de Solidariedade Social do município e comunidade em geral.
As sessões decorrem num ambiente
equipado com estímulos controlados, incluindo música, sons, efeitos luminosos,
cores, vibrações suaves, sensações táteis e aromaterapia, que podem ser
utilizados de forma individual ou combinada.
A sala multissensorial, sob
gestão municipal, está localizada na Rua Dr. António Gil, nas instalações
contíguas à Igreja Matriz de Vila Pouca de Aguiar.
A criação do espaço resulta de
uma candidatura ao Programa Norte 2030 – Programa Regional do Norte. O
regulamento que define o funcionamento da sala foi aprovado por unanimidade
pela Assembleia Municipal em sessão realizada a 27 de fevereiro.
Sara Esteves
Fotos: CM Vila Pouca de Aguiar
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