Nascido na aldeia de Peireses, no
concelho de Montalegre, cresceu em contacto com a vida rural. “A sua escrita é
um reflexo da terra que o viu crescer, áspera e bela, silenciosa e profunda.
Cada personagem, cada conto, respira a herança rural, a força das tradições e a
luta do homem perante as intempéries da vida”, disse a autarquia.
Nos seus romances e crónicas, o
Barroso é protagonista.
Segundo o Município, Bento da
Cruz mostrou que a literatura é também uma forma de cuidar, de preservar raízes
e de dar voz a quem muitas vezes se perde no tempo. “A sua obra permanece viva,
lembrando-nos que a beleza está nas pequenas coisas. Não escreveu apenas
livros, escreveu pontes entre o passado e o presente, entre o humano e o
eterno. No dia em que assinalaria 101 anos, continuamos a celebrar o seu legado”,
lê-se na nota enviada.
As Comemorações do Centenário do
nascimento de Bento da Cruz arrancaram em janeiro de 2025 e terminam a 22 de
fevereiro de 2026.
Cultura
